Economia do trabalho, das memórias ao que vem por aí

Muitos são os temas que me preocupam no âmbito da economia.  Ou melhor, muitos os temas que me preocupam na economia em transformação que eu percebo à minha frente.  A interação com o celular muda muito do que havia até há alguns anos como constatações absolutas.  No ambiente das famílias, em salas de aula, nos consultórios médicos, no chão das fábricas e em tantos outros locais onde um indivíduo esta interagindo com outro, há mudanças expressivas em curso.

Eu lembro dos anos 80 quando estive durante uns três anos representando a FEE e a Secretaria de Planejamento no Sistema Estadual de Processamento Eletrônico de Dados (SEPED) junto à PROCERGS, uma companhia vinculada ao governo do RGS .   Eu era o secretário executivo de um grupo formado por seis profissionais da área de informática de órgãos distintos e foi uma oportunidade ímpar de me iniciar na gestão de um segmento tão promissor. 

Nos anos 70 noa EUA eu havia realizado 17 cursos, dos quais 10 estavam concentrados em disciplinas relacionadas à Econometria, à Estatística e à Matemática em faculdades de Engenharia, Estatística e Economia.   Isso me facilitava a interação com os técnicos do SEPED.   Mais tarde, na Agencia de Planejamento do Japão eu convivi com uma experiência maravilhosa de trabalhar com modelos econométricos aplicados à realidade daquela economia asiática.

E foi com esse embasamento que eu conclui, quando trabalhava na PROCERGS, que chegaria o dia em que o estudante teria a sua formação “dentro de um programa de computador”.  Não haveria aula no sentido convencional, de 30 alunos frente a um professor durante 4 anos consecutivos para obtenção de um diploma para exercer uma profissão.  Algum fato novo deveria acontecer porque a educação naqueles moldes era impossível de ser preservada.   

Anos mais tarde, uns vinte anos depois, eu participei de um programa de treinamento à distância de alunos em curso em universidade aqui do sul do Brasil.  Aí eu percebi o outro lado do problema.  De repente, o professor acostumado há anos de aulas convencionais migra para ser um apresentador de televisão e, praticamente, fica imobilizado frente à uma câmera tendo a missão de transmitir conteúdos aos alunos distribuidos por todo o país.  Na ocasião eu revisei a minha visão do estudante obter a sua formação “dentro de um programa de computador”.

Bem, outros tantos anos passaram e eu vejo os meus netos lidando com telefones celulares e movimentando as imagens na tela com uma simplicidade de dar inveja a qualquer adulto.  Que mundo eles encontrarão à frente?  Certamente que não será nada parecido com aquele que o avô enfrentou quando jovem.  Inevitavelmente que haverá uma grande mudança na relação entre empregado e empregador, entre professor e aluno, entre médico e paciente, e por aí vai.  Aquele celular que o neto movimenta com muita destreza substitui as atividades desenvolvidas por muitos trabalhadores de outrora.

O expediente de oito horas de trabalho será substituido por projetos?  Enquanto os sindicatos contestam o que vem por aí, a tecnologia avança de forma irreversível.  E o que vem por aí levará o empregado a migrar para uma posição de empreendedor?  Qual será o papel das plataformas digitais nessa migração?  O que eu percebo de concreto que a cada semana há novas plataformas à disposição dos usuários e o negócio gera cada vez mais lucros.   Essa segunda era das máquinas terá algum limite em pleno avanço da robotização ou o citado avanço gera as novas indústrias e os novos empregos?  Eu creio que a segunda opção é verdadeira.

O quadro tecnologia & emprego no Brasil preocupa ainda mais porque foram três anos de recessão, mais um ano de recuperação, exatamente no momento em que o mundo debate, mais uma vez, o desafio de gerar emprego.  O livro de Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee que trata da segunda era das máquinas é de 2014, precisamente no momento em que o país iniciou a última grande recessão.  As economias globais debatendo a segunda era das máquinas enquanto o Brasil marginalizava 14 milhões de desempregados?  Um momento inoportuno de aproveitar novas oportunidades de negócios?

Na última sexta-feira, o jornal Valor Econômico distribuiu mais  uma edição do caderno EU & FIM DE SEMANA, cujo título de capa foi O Futuro do Emprego, novas tecnologias promovem transformação de alto impacto no mercado.  No texto o leitor toma conhecimento que de 107 milhões de vagas existentes no Brasil, as máquina podem ocupar 53,7 milhões postos de trabalho.   Em suma, uma informação atual sobre o tamanho do desafio que aguarda o presidente eleito no próximo pleito. 

FOTO ABAIXO:  Prédios antigos de Porto Alegre, 15.01.2018

 

 

 

 

CHINA, reservas avançam US$ 129 bilhões em dezembro

A informação eu li na edição de hoje do jornal China Daily.  De acordo com a State Administration of Foreign Exchange (SAFE),  as reservas do país cresceram US$ 129, 4 bilhões em dezembro e alcançaram o patamar de US$ 3, 139 trilhoes no encerramento de 2017.   Ainda segundo as autoridades chinesas, houve avanços consecutivos de reservas desde o mês de fevereiro do exercício passado.

Feito o registro.

FOTO ABAIXO:   Mercado Público de Porto Alegre, janeiro de 2018

UNIÃO EUROPEIA, a Bulgária assume a presidência semestral e fixa uma pauta para o período

Na 5a feira passada, a Bulgaria iniciou a sua gestão à frente da presidência rotativa do Conselho da União Europeia.  Um período de seis meses apenas, porém os búlgaros pretendem desenvolver uma pauta nesse curto período de tempo.

Nesse último fim de semana eu assisti uma entrevista de Ivan Kondov, o embaixador búlgaro na Espanha.   A matéria foi apresentada na Televisão Espanhola e, na oportunidade, Ivan defendeu uma união maior do bloco. 

Para tanto, na visão embaixador será preciso: (i) estabelecer regras comuns para a imigração e o asilo, (ii) convergir para um mercado único no âmbito digital, (iii) trabalhar nos novos orçamentos com exclusão dos recursos do Reino Unido e (iv) despertar a atenção dos países membros para a participação dos Balcãs no bloco europeu, mais especificamente aqueles países que pretendem ingressar na UE.

O embaixador considerou que os objetivos programados para o semestre são os maiores desde que o país fixou as metas para ingressar no bloco há onze anos.  Ivan destacou, ainda, a importância de dar atenção aos jovens, ao marco financeiro, à comunidade agrária, à união monetária e à segurança continental. 

É isso aí.   Atualizarei os leitores tão logo obtenha novas informações sobre a gestão búlgara na União Europeia.

FOTO ABAIXO: Esquina Democrática, Centro Histórico de Porto Alegre

BRASIL, a conjuntura econômica na terceira semana de 2018

Na terceira semana de janeiro, o Brasil convive com fatos novos que tornam a caminhada para a normalidade da economia um pouco mais restrita.  A nota do risco soberano do Brasil recuou de BB para BB menos de acordo com a Agência de Classificação de Risco Standard and Poor’s (S&P).  O atraso no ajuste fiscal, que registrará um déficit primário estimado pelo governo em R$ 159 bilhões no corrente ano, e uma fragilização do avanço na pauta de reformas em ano eleitoral embasam a decisão da S&P.

A prévia do PIB, dada pelo avanço de 0,49% do IBC-BR em novembro e de 2,82% no ano, contribuiram pelo novo máximo histórico da bolsa.    A bolsa continua subindo e ontem alcançou 79.752,38 pontos, um avanço de 0,51%.  O risco de uma sobrevalorização ( bolha ) do IBOVESPA, descartado pelos analistas, implica cautela dos investidores.

As reformas estão em standby.  O Tribunal Superior do Trabalho (TST) pautou uma discussão da reforma trabalhista – após a aprovação da reforma as autoridades editaram uma Medida Provisória- para o próximo mês.  O TST pretende discutir se o governo deixou brechas nos contratos antigos entre patrões e empregados.  A viabilidade de aprovação da reforma previdenciária em fevereiro depende do apoio dos governadores, de acordo com o Presidente da Câmara dos Deputados. O secretário da Fazenda de São Paulo, Caio Megale, afirmou ontem que o Estado nunca realizou uma reforma da previdência.  A agenda das reformas implica, ainda, a negociação em torno de uma reforma tributária, imprescindível para o futuro do país.

Hoje eu fui ao estúdio da TV Assembleia do RS para participar do programa Espaço Público que é apresentado pelo jornalista Antonio Czamanski a partir das 08h30 e que é retransmitido, ao vivo, pela TV Educativa de Porto Alegre.  A pauta obedeceu ao seguinte roteiro:

 

A normalidade da economia – o avanço dos indicadores econômicos a partir dos patamares vigentes antes da grande recessão –  no corrente ano ainda está distante da recuperação atual da atividade econômica?

A prévia do PIB ( IBC-BR) divulgada ontem está de acordo com as previsões do mercado?

A bolsa registrou ontem mais um recorde histórico, esse fato é positivo ou implica a presença de uma bolha?

Depois de entrar em vigor em 11 de novembro a reforma trabalhista pode emperrar em fevereiro?

Quais são as perspectivas para a aprovação da reforma previdênciária no governo Temer?

Há, ainda, uma reforma tributária para complementar a pauta reformista do governo?

FOTO ABAIXO:  Rua da Praia, 15.01.2018, 11h00 

 

BRASIL, bolha descartada segundo analistas

Quem faz taxações há tantas décadas, como é o meu caso, vive no meio de um turbilhão de informações, seja pelo volume de fontes, seja pela necessidade de redigir textos em tempo tão limitado.   Eu vivo no meio de um fluxo de origem-destino de dados em que não sobra tempo para realizar muito mais do que eu realmente faço.   

Ao acordar é preciso “tomar pé da situação” com muita rapidez porque passaram muitas horas sem a minha presença a observar o comportamento dos mercados. E pior, a Ásia com toda a sua dinamicidade, está chegando ao fim do dia.

A par de ter que resgatar o que aconteceu nas últimas horas até o fechamento de Tóquio (03h00), Shangai (04h00) e Hong Kong (05h00), é preciso acompanhar, a partir da abertura, o comportamento da LSE (04h00) e da Euronext (05h00),   

E, aí, não há mais folga porque depois vem a bolsa brasileira e a dos EUA.  Nesse contexto eu precisei criar alguns atalhos na hora de escolher o tema de cada post.

Um termo que eu tenho me mantido extremamente atento na midia em geral é à palavra bolha.  Às vezes nem há tempo de analisar com profundidade o conteúdo do artigo onde surge a palavra, mas, mesmo assim, eu acredito que é importante fazer o registro da fonte onde a matéria foi divulgada.   

Dessa forma, eu e o leitor, teremos sempre uma referência de todas as ocasiões em que a palavra foi utilizada em algum meio de comunicação.  Esse caso é um exemplo do que aconteceu hoje tão logo eu abri os jornais do centro do país para realizar as taxações dessa segunda-feira.

Ao ler o caderno de economia da Folha, o folhainvest, 15.01.2018, página A5, eu percebi que o título da matéria era “Analistas descartam bolha na Bolsa de SP, mas sugerem cautela”.  O conteúdo diz respeito ao fato dos especialistas não constatarem a presença de sobrevalorização da bolsa brasileira.

Bem, o registro está feito.  

FOTO ABAIXO:  O fim de semana, 13 e 14.01.2018, sol e chuva na capital gaúcha 

 

 

 

 

URUGUAI, a inflação está dentro da meta, mas continua crescendo no acumulado de doze meses

Embora o IPC tenha registrado uma queda de 0,31% no mês de dezembo, a inflação uruguaia fechou o exercício de 2017 com IPC em 6,55% no acumulado dos últimos doze meses até o mesmo mês de dezembro.   É o comportamento do indicador que o leitor poderá conferir no site do Instituto Nacional de Estadística (INE)  Uruguai dessa segunda-feira.  A tabela correspondente à análise do post pode ser encontrada no endereço

http://www.ine.gub.uy/web/guest/indicadores?indicadorCategoryId=11421

Assim como no Brasil, o desempenho recente do índice calculado pelo INE foi beneficiado pelo recuo dos preços dos alimentos.   Paralelamente, há uma restrição a constatar.    Essa limitação está associada ao comportamento do IPC acumulado em 12 meses que vem avançando desde julho do ano passado quando alcançou o patamar mínimo de 5,24%r.  Confira, leitor, na tabela do INE cujo endereço está acima.   Por enquanto, a variação de 6,55%, acumulada em 12 meses até dezembro, está dentro das metas – de 3,00% ao ano a 7,00 ao ano – fixadas pelas autoridades

Por fim, tendo em vista a abertura uruguaia para o Exterior, o IPC oriental está sempre sujeito a um choque externo, imprevisível no corrente momento.

FOTO ABAIXO:  Antigo Abrigo dos Bondes, Centro Histórico de Porto Alegre

 

 

ALEMANHA, CDU fecha acordo com o SPD e parte para um governo de uma Grande Coalisão

Finalmente, após uma vitória com escassa margem nas últimas eleições, não sobrou outra alternativa a Angela Merkel do que recorrer aos sociais-democaratas e fechar um acordo de uma Grande Coalisão. Já havia acontecido um precedente na história recente da política germânica e, mais uma vez, a experiência é repetida.  De concreto, Angela Merkel e Martin Schulz fecharam um acordo prévio que deverá ser detalhado entre os dois partidos, CDU e SPD, em futuro próximo.

A solução transcende as fronteiras da Alemanha e dá um novo início à União Europeia.  Explico melhor.  Martin Schulz foi presidente do Parlamento europeu entre 2014 e 2017.  Deixou o cargo e foi concorrer as eleições nacionais frente Àngela Merkel.  Mesmo derrotado, ele era considerado um político extremamente importante na gestão do bloco e o pré-acordo com a chanceler reforçou, ainda mais, o seu status político, interno e externo.  

No momento em que o Velho Continente enfrenta todas as limitações decorrentes do BREXIT, a Grande Coalisão na Alemanha deverá gerar um novo ponto de partida para a União Europeia.   A presença de Emmanuel Macron, um europeista em Paris, contribuirá decisivamente para que as duas maiores economias da Europa recomecem a experiência que já acumula 60 anos de história. 

Os jornais de hoje já sinalizam que juntos, Angela e Macron, deverão fazer frente, para valer, ao presidente Donald Trump no Forum Mundial de Davos no final do corrente mês.  À medida que Trump deu as costas à globalização, Xi Jinping se propôs a liderar o processo de integração no evento de 2017.  Agora, Merkel e Macron devem mostrar que a UE também está disposta a participar da liderança do processo de globalização no encontro em Davos em sua nova versão 2018.

FOTO ABAIXO:  Feiras de frutas, Largo Glênio Peres, Centro Histórico de Porto Alegre.

 

 

BRASIL, mais um capítulo da série Inventores do Brasil

O Canal BRASIL, 113 da Sky, está iniciando a apresentação de mais um capítulo da série INVENTORES DO BRASIL.  Hoje, o tema está focado nos empreendedores da nossa história.  Ímperdível!

Confira!

FOTO ABAIXO:  Descendo a Avenida Borges de Medeiros, Centro Histórico de Porto Alegre, 12.01.2018, 16h00

 

 

ECONOMIA GLOBAL, Trump, Temer, o establishment e o fim de ciclo

Éu gosto muito dos fins de semana.  Escrevi a primeira frase do post e veio à minha mente uma poesia de 1946, o Dia da Criação, de Vinicius de Moraes.   “,,, há um renovar-se de esperanças, Porque hoje é sábado. Há uma profunda discordância Porque hoje é sábado …”   É isso aí.  Assim começa um novo sábado.

No Exterior todos contra Trump; no Interior, contra Temer.  Na mesma faixa etária de ambos eu penso que deve ser difícil para os dois presidentes ter de conviver com streaming, com a informação transmitida em tempo real via Internet.  Trump é de junho de 1946, Temer é de 1940.  Eu sou de 1944, estou no meio do caminho entre os dois.   Eu acho incrível a mudança da convivência das informações que fluiam, outrora, via rádio e televisão para o mundo das redes sociais.

Veja só, leitor, eu utilizava os vídeos da ARPANET, a Agência de Pesquisa Avançada do Pentágono, em sala de aula, os anos 80.  No mesmo dia eu projetava as imagens dos videos da ARPANET, do WWW e do JAVA.   Os três programas de televisão tinham meia hora de duração cada um.  Totalizavam 01h30 no telão e depois debatíamos, os alunos e eu, sobre os conteúdos em aula.  Era interessantíssimo.

Nas décadas seguintes e até 2017 eu utilizava novos vídeos com os desdobramentos de tudo o que vinha acontecendo no setor.    Mesmo assim, tendo acompanhado o que aconteceu até aqui, eu confesso que a realidade de 2018, ou seja, a atual, não tem precedentes para quem convive com informações, que é também o meu caso.

Por tudo isso, eu julgo que não deve ser fácil, seja para Trump, seja para Temer, deixar de lado o jornal em papel e migrar para à convivëncia com o mundo em configuração.  Trump, falastrão, utiliza o twitter ininterruptamente; Temer, fragilizado, deve dividir o tempo entre a atenção à sua saúde e a agenda das reformas que não avançam.  Trump é criticado globalmente, mas o mercado precifica tudo o que ele propõe.  Temer é criticado nacionalmente, mas chegou ao Planalto num fim de ciclo.

O mercado sabe que Trump diz coisas absurdas, todavia enquanto o establishment não lhe der um “pára-te quieto” ele permanecerá arrastando a sua pauta e empurrando o Dow ladeira acima.  O fim do ciclo político nacional não foi bem absorvido pelos agentes e analistas políticos locais, onde todos jogam a culpa em todos.

Temer apanhou o país em “um ambiente inconsciente” de corrupção generalizada, e o establishment só acordou com o início do novo ciclo.   De fora, quem avalia o país percebeu a presença de uma verdadeira Torre de Babel na conjuntura nacional e rebaixou a nota da sua dívida.

As próximas eleições nos EUA trarão resultados óbvios.  No Brasil, a torre não conseguiu chegar aos céus porque os deuses romperam com o passado e um novo ciclo teve início.  Nessas condições a expectativa do resultado da eleição permanece em standby.

Fazer o quê?

FOTO ABAIXO:  Avenida Borges de Medeiros, 12.01.2018, 16h00

 

Economia da cultura, os artistas brasileiros e o Youtube

Eu tenho a pretensão de um dia viver de música.  Muitos anos de piano, cantor de programas de calouros, cantor solo em missas das 10h00 dos domingos, audições de piano, diploma de professor de solfejo, pequena experiência como professor de música, como cantor em espetáculo musical e como jogral. 

Todavia o que mais me entusiamou para me fixar na pretensão, foi o fato de ter realizado algumas aulas de acompanhamento em violão que me permitiu fazer algumas músicas, umas 50, certamente. 

Tudo que diz respeito à música eu gravo na minha videoteca.  Tenho algumas raridades apenas para “consumo interno”.  Bem, com esses precedentes, eu passei a acompanhar musicais no Youtube.  E de me manter nessa experiência eu comecei a pensar de quais artistas brasileiros eram “mais consumidos” na Internet. 

Eu não tinha a menor ideia de qual seria a resposta à minha dúvida.  Isso até que fui realizar a taxação de jornais do centro do país na última sexta-feira e me deparei com uma matéria no caderno ilustrada da edição de 12.01.2018, página C1, da Folha de Sao Paulo.

Na matéria de Amanda Nogueira e Daniel Mariani, há uma relação de 16 artistas nacionais com o percentual de plays no Brasil e no Exterior.    Da lista, eu destaco , entre outros, Jobim, Brown, João Gilberto, Ben Jor, Maysa, Roberto, Sergio Mendes e Anita. 

Vale a pena conferir!

FOTO ABAIXO:  O dia começou assim em Porto Alegre nessa sexta-feira, 12.01.2018, 06h00.