Os números para o desempenho da economia brasileira mostram sinais crescentes de fragilidade.  A cada semana que passa, uma nova fonte divulga taxas menores para o crescimento do PIB quando comparadas àquelas que haviam sido divulgadas recentemente.

No dia 24 de julho, o FMI atualizou as suas projeções para a economia mundial e, em particular, para a economia brasileira. Qual a expectativa do Fundo para o desempenho da economia nacional em 2014 e em 2015?  A Instituição trabalha com um avanço de 1,3% no corrente ano e 2,0% no próximo exercício.  Essas novas estimativas representam quedas de 0,6% em 2014 e em 2015, quando comparadas às projeções divulgadas no mês de abril.

Hoje foi a vez da CEPAL apresentar a sua estimativa para o comportamento do PIB do Brasil no corrente ano.  Quanto?  A taxa é de 1,4%, uma diferença de apenas 0,1% sobre o número trabalhado pelo FMI. Nessa terça-feira também houve divulgação de um novo Boletim FOCUS.  O mercado reduziu a sua previsão do PIB 2014 de 0,9% para 0,86%, desaceleração ocasionada, principalmente, pela perda de ímpeto do setor industrial.  Agora, a previsão é que a Indústria deve recuar 1,50% em 2014.

A edição do final de semana da revista VEJA traz um texto dos riscos e das ameaças para 2015, mas não há comentário referente ao desempenho do PIB.  O texto foca na inflação, contas públicas, câmbio, bancos públicos, energia e defasagem no preço dos combustíveis.

É isso aí.  Continuarei monitorando as previsões para o comportamento do PIB em 2014.  A cada informação conhecida redigirei um novo post para manter o leitor atualizado.

O desempenho frágil da economia brasileira

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