Porto Alegre, 27 de março de 2019

A data é 1969 e a imagem é da Holanda.  Na fotografia o Coronel Milo Darci Aita e a Professora Celanira Prates Aita em imagem que eu bati no primeiro moinho de vento que eu encontrei durante a viagem. 

Em post anterior, publicado em 29 de novembro de 2018, eu escrevi um post sobre a minha viagem à Holanda.  Mais precisamente, eu descrevi a minha estada junto a um dique e expliquei o porquê da denominação de Países Baixos.  Vale a pena conferir.

Eu saí de carro de Bruxelas à tarde.  Era outono.  Um dia muito nublado.  A gente imaginava que poderia chover então e era preciso percorrer uns 220 quilômetros da estrada que ligavam a capital belga à cidade de Amsterdã.  Eu recordo que parti um tanto preocupado com alguma mudança climática brusca que viesse a acontecer durante a viagem.

As preocupações não se confirmaram.  E assim, o percurso da viagem elaborado previamente foi cumprido à risca.

Saí de carro de Bruxelas em direção à Antuérpia, dali fui até Utrecht e, finalmente, a Amsterdã.  Foram 55 quilômetros entre a capital belga e Antuérpia e daí até Utrecht foram mais 127 quilômetros.  Finalmente, precisei percorrer mais 44 quilômetros de estrada para chegar a Amsterdã. 

Aprendi muito nessa e em todas viagens que realizei pela Europa.   A começar pelo Reino dos Países Baixos.   Li bastante sobre a história da Rainha Guilhermina, a Rainha Juliana e a ida da família real para a Grã-Bretanha à época do nazismo. 

Também me chamou a atenção a ida da então princesa Juliana para o Canadá, tendo permanecido em Ottawa até 02 de maio de 1945 quando regressou à Holanda.  Na época que eu estive no país o reinado era de Juliana que durou de 1948, quando Guilhermina abdicou, até a sua própria abdicação em 1980. 

Havia moinhos de vento por todo o lado por onde eu me deslocava quando viajei pelo pais no fim dos anos sessenta.  Eles eram usados no passado para drenar as terras úmidas do país através de rodas de pás que estavam acopladas a eles.  A água era drenada e levada de retorno aos rios.   Dessa forma o cultivo da terra era viabilizado.

Eu li na Internet que há, atualmente, em torno de mil moinhos de vento na Holanda.  Tendo em vista que são moinhos de vento, o fato de haver um processo de urbanização intenso os edifícios sempre em maior número tolhem a capacidade de haver vento suficiente para rodar as pás dos mesmos.

Eu volto ao assunto em breve. Tenho hora marcada para publicar esse post.  Uma boa quarta-feira!

MEMÓRIAS e outras histórias em 27.03.2019

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