Porto Alegre, 15 de abril de 2019.

Ele tuitou.  Sim, Donald tuitou e meio mundo está replicando o que ele escreveu desde a Casa Branca.  E o alvo dele foi o Sistema de Reserva Federal, o FED. Normalmente quando Donald tuíta ele reclama de alguma coisa.   Dessa vez foi do FED. 

É interessante que por aqui uma manifestação do presidente Trump passa batida.   Lá, surgiu a informação e há grupos de analistas discutindo na frente das câmeras, durante meia hora, no mínimo, sobre o conteúdo do texto e a intenção do presidente. 

Aqui, no Brasil, no fim do dia, alguém escreve no site do jornal que a bolsa lá fora conviveu com o impacto desse ou daquele fato. 

Nos Estados Unidos, ao longo de todo o dia, os analistas permanecerão escrevendo, sistematicamente, sobre a mensagem do presidente e o impacto da mesma no comportamento do mercado.   E a interação não dá uma folga. 

Então, ao fim e ao cabo, qual foi a mensagem do presidente?  Ele crê que se o FED tivesse agido de forma adequada, coisa que o FED não fez, o mercado de capitais estaria com 5,000 a 10.000 pontos a mais e que o PIB estaria crescendo em torno de 4,0% ao invés dos 3,0% atuais.  Isso, enfatizou o presidente, sem inflação.   

E disse mais, ele afirmou que trabalhar com apertos quantitativos é um erro, o FED deveria proceder exatamente no sentido contrário.   

Nessa nova seção, criada a partir de hoje no blog, eu apenas dou passagem à notícia, que nem semáforo.   Sem qualquer interpretação da minha parte. 

E, assim, eu repassei ao leitor uma das últimas da Casa Branca, as últimas dos Estados Unidos.  Agora, são 11h00 em Porto Alegre, no horário oficial do meu beco. 

Bom dia!  

FOTO ABAIXO:  Eu, com 56 kgs naquela época, na Stewart Beach, em Galveston, na costa do Golfo do México, no Texas, em 1970.

CASA BRANCA, as últimas dos EUA, Donald Trump tuitou, em 15.04.2019

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