Porto Alegre. 09 de julho de 2019

Horário oficial do beco da Rua General João Manoel, 18h10, 09 grauscomo fazer uma loja virtual

Há um final de ciclo na percepção de muitos analistas no plano global.  Inclusive, na minha.  Estou me referindo ao que vem acontecendo no âmbito da economia internacional.

Há muitos meses eu tenho escrito sobre as mudanças de expectativas com relação ao crescimento do PIB global.   Eu creio que a mais de um ano eu detectei e registrei no blog que o desempenho da economia internacional não se manteria. 

Eram muitos problemas que eclodiam e umas tantas restrições que se sobrepunham de forma a evidenciar que o crescimento do PIB, em torno de 3,6% ao ano, não tinha como se manter com a mudança de conjuntura que tomava conta da economia.

Havia alguns pontos que não se podia ignorar e, dentre eles, o excelente desempenho da economia dos EUA, o comportamento dos índices das bolsas no teto na terra de Donald Trump, a taxa de desemprego no piso, no pleno emprego, e que em conjunto, faziam coro ao discurso do atual residente da Casa Branca. 

Contudo, depois que a Trade War tomou conta do cenário externo, surgiu um problema atrás do outro sempre que Trump tuitava na tentativa de alvejar um antigo desafeto. 

E assim, a desaceleração esperada é cada vez mais acentuada no âmago das economias avançadas. 

E aí, surge a questão maior, quem é que está com a razão, os bancos centrais que não param de emitir sinais que o perigo se acerca ou os mercados que resolvem se manter mais um tempo em busca de resultados crescentes em seus investimentos?

FOTO ABAIXO: Praça da Alfândega, Porto Alegre, 06.07.2019

CENÁRIO ECONÔMICO, o que vem por aí, post 27, em 09.07.2019, fim de ciclo

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