Porto Alegre, 26 de agosto de 2019

Horário oficial do beco da Rua General João Manoel, 18h10, 16 graus, dia ensolarado

Na rodada diária pelos jornais da Ásia, eu encontrei uma matéria interessante sobre o consumo na China.   ipA manchete de hoje da edição eletrônica do People’s Daily dá conta que o Mercado de consumo da China é testemunha de drásticas mudanças, mantendo a expansão.

O autor da matéria parte das reformas orientadas para o mercado e o desenvolvimento e emprego de inovações e faz um apanhado das mudanças no setor de consumo no últimos 70 anos. 

A fonte da Informação da matéria do jornal é o Bureau Nacional de Estatística da China.  Ele informou que o total de vendas no varejo de bens de consumo avançou de 27,7 bilhões de yuanes (1952) para 150 bilhões de yuanes (1978), 20 trilhões de yuanes (2012) e 38 trilhões de yuanes (2018).

A propósito, a cotação do yuane em termos de dólar é de 7,15090 yuanes por US$ 1,00.

 …  

Outra informação que me pareceu importante no conteúdo divulgado pelo jornal é que entre os chineses residentes em áreas urbanas em 1981 havia 0,6 aparelhos de televisão, 6,3 m’quinas de lavar roupa e 0,2 refrigeradores por cada 100 pessoas e que no ano passado, 2018, os números avançaram para 121,3 aparelhos de televisão, 97,7 máquinas de lavar roupa, 100,9 refrigeradores por cada 100 pessoas.

 

Imagine, o leitor, a importância do mercado na alocação de recursos na China quando há mudanças tão significativas nas vendas no varejo de bens de consumo.   Uma variação no perfil de consumo de uma economia que avançou muito entre 1981 e 2018.

Boa noite, leitor do blog!

FOTO ABAIXO: Rua Cel Frederico Linck, Bairro Moinhos de Vento, Porto Alegre, 24.08.2019, 11h00

CHINA, hoje, post 11, 26.08.2019, o comportamento das vendas no varejo dos bens de consumo

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