Porto Alegre, 02 de setembro de 2019.

Horário oficial do beco da Rua General João Manoel, 18h10, 14 graus, frio de volta na madrugadaclique aqui

O leitor que me acompanha nesses doze anos de blog sabe que durante o período das tempestades do Hemisfério Norte eu costumo acompanhar os deslocamentos dos furacões nos dias em que eles tocam em terra e ameaçam a população de países e estados da região.

Em 2017 eu lembro de ter escrito um post sobre o número de tempestades que atingiram a América do Norte, algo como até 19 tempestades tropicais e 9 furacões conforme números divulgados pelo Centro de Predições Climáticas dos Estados Unidos.  

Nesse momento, o mundo está atento ao deslocamento do furacão Dorian que arrasou as Bahamas como categoria 5 e ventos de 225 quilômetros por hora e segue nessa noite de segunda-feira em direção à Flórida, onde chegará como categoria 4.   

Por tudo que tenho lido a respeito desse furacão, ele movimenta ventos de forte intensidade, mas ao mesmo tempo ele se desloca a uma velocidade bastante baixa, ou seja, de 1,6 quilômetros por hora.

Por onde ele passou, ficou o rastro da destruição e de vidas perdidas.   Segundo o que tenho acompanhado na mídia é o furacão de maior intensidade nesse ano de 2019.  As imagens originadas nas Bahamas mostram os centros urbanos locais submersos após a passagem do Dorian.  

As imagens transmitidas na CNN são assustadoras.   A tela está dividida sobre as imagens do que restou em Nassau, nas Bahamas, de um lado, e o mapa do sul dos Estados Unidos, no outro.

Abaixo do mapa eu vejo o Dorian girando em três cores, a branca do lado externo do furacão, a cor amarela que mostra o movimento mais ao centro e o vermelho representando o olho, propriamente dito, do furacão. 

É a leitura do que estou acompanhando durante esse fim de tarde na tela da televisão.

Aparentemente não há uma projeção precisa do local onde o furacão tocara o solo dos Estados Unidos.    As autoridades identificam como locais prováveis uma faixa de terra que se estende entre a Flórida e os estados das duas Carolinas.

Considerando que as suas movimentações são lentas em referência a sua posição no solo, as imagens apresentadas pela televisão mostram os habitantes da Costa Sul dos EUA se preparando para o que de pior possa vir a acontecer. 

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No momento em que estou redigindo o post, na parte inferior da tela da televisão eu percebo que a velocidade do Dorian agora é de 130 milhas por hora e que ele não está se movimentando, ou seja, é como se ele estivesse estabilizado em um ponto da sua trajetória.

…  

O que se prevê nesse momento é que se o furacão tocar em terra na Flórida ele deve permanecer na área até a madrugada de terça para quarta-feira.  Ou seja, depois da população sofrer o impacto da tempestade ela deve suportar o evento por mais 24 até 36 horas ininterruptas. 

Ora, com um cenário dessa natureza, dá para imaginar o impacto do fenômeno sobre o transporte aéreo do país.    A CNN cita uma estimativa de 2.700 voos suspensos nos próximos dois dias na costa Sul norte-americana.   Há também na mídia imagens da NASA e de outros órgãos dos EUA mostrando o Dorian nessa segunda-feira,

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A todo momento um novo meteorologista ocupa o espaço frente ao mapa do sul dos Estados Unidos mostrando onde se encontra o Dorian no mar, a distância até o território norte-americano e as cidades onde o furacão irá aterrizar nas próximas horas. 

Em terra, há jornalistas relatando o ambiente na Flórida antes da chegada do Dorian, com ventos incríveis como pano de fundo.  Algumas imagens dos últimos habitantes batendo em retirada do local são apresentadas aos telespectadores a todo momento. 

Bem, amigo leitor, eu continuo por aqui gravando imagens para a minha videoteca e que certamente, se necessário, eu poderei utilizar as informações obtidas para a redação de novos posts. 

Boa noite!

FOTO ABAIXO: Rua Uruguai sob mau tempo, Centro Histórico de Porto Alegre, agosto de 2019.

BREAKING NEWS, últimas notícias, post 14, 02.09.2019, a passagem do Furacão Dorian

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