Porto Alegre 27 de outubro de 2019

Horário oficial do beco da Rua João Manoel, 12h10, 21 graus, chove 

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Chove a cântaros em Porto Alegre.   A noite passada foi de dar dó.  Vento intensos, trovoadas e chuva para ninguém botar defeito.  Amanheceu da mesma forma.  Um dia escuro, cinza, nublado e mais chuva.  Como hoje é domingo há um silêncio total na capital gaúcha que é quebrado por novas e eventuais trovadas.  

As gravações por aqui seguem o curso da rotina.  O Globo Rural no início do dia para acompanhar o contexto em torno do agro, o Linea Verde da RAI para aprender mais sobre as regiões da Itália e o State of the Union (10h00) e o Fareed Zakaria GPS (11h00), ambos da CNN, para acompanhar as breaking news dos EUA.  E, aí, já estarei chegando no meio-dia e me preparando para assistir o clássico da Premier League, Liverpool x Tottenham, ao vivo, na ESPN.       

O chimarrão dá o curso, dá o ritmo, ao ambiente no estúdio onde escrevo.  É o momento de fazer ajustes entre a elaboração de textos, gravações em vídeo e taxações de jornais.  E planejar para sincronizar as atividades com o lazer do futebol.  Liverpool, Internacional e Grêmio bloqueiam tudo por aqui.   

E, hoje, os reds jogam às 13h00 em Liverpool e o Grêmio, às 16h00, na Arena.   O Internacional, sob orientação do Zé Ricardo, foi muito bem na noite passada em Salvador.  Afora esses momentos de lazer, o meu foco retorna ao acompanhamento da conjuntura econômica.

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Donald Trump está falando agora, ao vivo, e anunciando a morte de Al-Baghdadi, o líder do ISIS, do Estado Islâmico do Iraque e do Levante.  Na pauta da mídia americana Trump tem se justificado por retirar as tropas do norte da Síria, da fronteira com a Turquia, e ter deixado os curdos, aliados dos EUA, à mercê dos bombardeios turcos. 

De dois dias para cá, havia indícios que algumas tropas americanas poderiam retornar à região.  Falava-se que havia forças do Estado Islâmico em condições de se reagruparem e voltarem ao combate.  Isso estaria justificando o pronunciamento de Trump na Casa Branca.  Agora, o horário em Washington é de 09h25 AM ET.  

Hoje há eleições na Argentina e no Uruguai.  Na Argentina, as pesquisas sinalizam a volta de Cristina Kirchner à Casa Rosada.  Ela é companheira de chapa, vice-presidente, do candidato à presidência Alberto Fernández.   

No Uruguai, a Frente Ampla busca um novo mandato.  Daniel Martinez ( Frente Ampla) e Luiz Lacalle Pou (Partido Nacional) concorrem como principais candidatos nas eleições em primeiro turno.  No pleito de hoje as pequisas dão vantagem da Frente Ampla (33% das preferências) frente ao Partido Blanco (25%). 

No tempo em que eu vivia na fronteira, a disputa era entre blancos e colorados, os blancos de Herrera e os colorados de Battle.  Hoje a Frente Ampla assumiu o espaço da esquerda e vem dominando o cenário político uruguaio.

No fim de semana, Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu,  e Jean Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, se despediram da Euro Câmara.   Fim de gestão com direito a muitos aplausos e elogios pelo trabalho desenvolvido.  Também muitas críticas de parte dos eurodeputados face ao processo decisório em curso. 

É importante destacar que a União Europeia está muito dividida entre Socialistas e Conservadores, de um lado, e de eurocéticos e populistas, de outro. 

Mario Draghi também se despediu da direção do Banco Central Europeu.   Defensor do afrouxamento monetário, a sua gestão é bastante criticada por investidores pela utilização dos juros negativos.

Prosseguem as manifestações populares na Catalunha, no Chile, no Equador e em Hong Kong.   Os movimentos acontecem na base do stop and go.  Pouquíssimas perspectivas de acordo nas bases das negociações atuais.

É isso aí.    

Boa tarde leitor do blog!

FOTO ABAIXO:  Montagem da Feira do Livro 2019, Praça da Alfândega, Centro Histórico de Porto Alegre, 26.10.2019, 11h00

 

BREAKING NEWS, post 19, 27.10.2019, eleições argentinas e uruguaias, entrevista coletiva Donald Trump, fim de gestão na Eurocâmara

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