Porto Alegre, 22 de maio de 2020

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Chegou mais uma sexta-feira.   Há todo um fim de semana à frente.  Depois de tanto isolamento não dá mais para reservar tanto tempo para reflexão.  Sinais dos tempos.  .  Eu estou com um fio de esperança a partir das imagens que eu estou acompanhando desde a Europa via televisão a cabo. 

Todos tentam voltar à vida no pós-pandemia.  Vejo crianças correndo em praças pública e fico otimista. Vejo trabalhadores vestidos de astronautas em oficinas apenas para desinfectar veículos e fico “cabreiro”.   O termo é utilizado com frequência na minha cidade natal.  Ou melhor, era do vocabulário corrente até fim dos anos 50, início dos anos 60.

Nesse inicio de noite eu faço uma recorrida por jornais chineses, uma atividade de rotina para escrever os meus posts.  A propósito, eu lembro de ter lido hoje, pela manhã, que o novo brote do coronavírus se manifestou em três cidades –  Shulan, Jilin e Shenyang -localizadas no noroeste da China.  .

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O que há de novo é que o vírus que atinge órgãos internos, agora tarda mais em encubar-se e exige mais tempo do infectado para alcançar uma recuperação.  Demora mais para entrar e demora  mais para sair.

Deixando de lado a primeira onda e migrando para a segunda onda, eu tomei conhecimento, na edição de hoje do People’s Daily, da concepção de um projeto energia conjunto entre a China e a Argentina.    É uma iniciativa que faz parte da estratégia de desenvolvimento conhecida como Silk Road,

A iniciativa Silk Road ou o Cinturão Econômico da Rota da Seda promove a construção de uma hidroelétrica na Província de Santa Cruz.   Faz parte de um projeto de desenvolvimento de infraestrutura na Argentina.

Os investimentos chineses se dão quando o coronavírus começa a eclodir na Argentina.  Isso acontece quando é preciso honrar compromisso da dívida e as autoridades não efetuam pagamento a credores. 

Nesse momento crítico para a gestão de Alberto Fernández, a parceria com o grande parceiro asiático se materializa da união entre a UTE Represas da Patagônia, uma empresa de energia elétrica, e a China Gezhouba Group Corporation, em esforço conjunto para represar o coronavírus.

De concreto, o grupo chinês tem doado produtos médicos ou aqueles exportados pelo país, ao mesmo tempo que a experiência de Wuhan tem sido utilizada para conter o vírus no âmbito da região próxima ao Polo Sul.   Tem vido de tudo, máscaras, aventais, óculos, cotonetes para detectar infecções respiratórias e kits para teste do coronavírus .

Em suma, daqui da minha base do blog eu estou percebendo que a atividade conjunta entre argentinos e chineses criou uma comunidade no sul do país que precisa de proteção médica, segurança e educação, tudo visando fazer frente à crise sanitária.

É isso aí.  Bom dia leitor do Blog!

FOTO ABAIXO:meu ip

A imagem é do Santuário Nacional do Cristo Rei em Portugal, cuja construção foi iniciada em 1949.   É a versão lusitana do Cristo Redentor do Rio de Janeiro. 

Nessa época, 1968, ele já havia sido inaugurado há nove anos, no dia 17 de maio de 1959.   Era um monumento relativamente recente quando eu lá estive.  Havia muita gente visitando-o naquele dia.

Ele está localizado em Almada, na região metropolitana de Lisboa.   A base tem 75 metros de altura e, acrescida do Cristo Rei, de 28 metros, faz com que o monumento, como um todo, alcance a altura de 133 metros.  A estátua está com os braços abertos para Lisboa. 

É uma vista muito linda.  Eu fui duas vezes ao local e tirei algumas fotos panorâmicas lá de cima.  Em outra oportunidade eu fotografei com todo o grupo da Pensão em que eu residia.    Vou preparar outros posts com slides daquela época.  

CHINA, hoje, post 26, 22.05.2020, projeto conjunto com a Argentina promove apoio na área da saúde

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