Porto Alegre, 08 de setembro de 2020

Horário oficial do beco da Rua João Manoel, 12:10, 18,2 graus C, 78 % de umidade, chove há muitos dias

Aposentado na UFRGS em 1997 eu lecionei durante 52 anos (1967-2019) e agora estou em casa.    Nessa seção de MICRO CURSOS eu estou postando informações diárias que eu utilizaria se eu ainda fosse professor de Cenários Econômicos.

01.11.07 CHINA, computador que copia o cérebro

(01 Internacional, 11 China, 07 número de ordem do post)

O nome é Darwin Mouse.  Ele está inserido no que é conhecido como computação neuromórfica.   Ele foi criado na Universidade de Zhejiang, segundo eu li na edição de hoje do China Daily.   Copia o cérebro e consome pouca energia – uma lâmpada de 20 watts – na comparação com outros computadores.  A matéria está na seção Inovação do jornal.

Embora no início das suas atividades, os engenheiros acreditam que podem surgir descobertas em neurociências, química e física e em desenvolvimento de inteligência artificial, devido à sua grande capacidade de realização de operações simultâneas.

À medida que os dias vão passando, as informações sobre brotes de coronavírus não tem acontecido no país.  Hoje eu ouvi no noticiário que há 22 dias não há novos casos de infectados no país.   O acesso a Beijing vai sendo retomado tendo em vista que os empregados estão voltando, progressivamente, aos seus postos de trabalho.

Ora, com o retorno à normalidade da economia é fundamental que o país emita sinais de novos avanços em tecnologia e inovação.   O computador anunciado na China, que roda em 792 chips, conta com 120 milhões de neurônios artificiais.  Para tanto, o equipamento se faz valer do sistema operacional Darwin OS.

De acordo com as informações dos engenheiros da citada universidade, o Darwin Mouse realiza sinapses equivalentes ao cérebro de um rato, ou seja, 100 bilhões de operações.   O cérebro humano utiliza 86 bilhões de neurônios, estruturada cada uma em uma configuração contando com dez mil sinapses, 

Enfim, de posse do novo equipamento é possível convergir atividades inteligentes para alcançar uma meta.     Sincronizados em suas atividades, o conjunto de equipamentos realiza, simultaneamente, o cumprimento de metas, o estabelecimento do percurso e a leitura da voz.  Tudo acontece com as “melancias se adequando à carroça em movimento”.  

Foi o que li no China Daily de hoje.  Vou passar  a monitorar as atividades da Universidade de Zhejiang e o desempenho do Darwin Mouse.  Tão logo eu obtiver novos resultados eu procurarei atualizar o leitor do blog a respeito dessa inovação.

Boa tarde, leitor do blog!

MICRO CURSOS, Internacional, Post 01.11.07, 08.09.2020, se eu ainda estivesse em sala de aula

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