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Nessa terça-feira, 13 de outubro, ao abrir a edição em papel do jornal da Folha de São Paulo eu encontrei um caderno especial intitulado Mobilidade urbana.   A manchete de capa é Para onde vamos?

O tema não poderia ser mais oportuno nesses tempos de pandemia.   O deslocamento de bens e pessoas na cidade em pleno coronavirus.  Desde o inicio da crise sanitária eu imaginava o que aconteceria quando os casos de infecções começassem a subir os morros.  

Eu sempre pensei que o grande problema dessa crise, o grande impacto sobre a população se daria em países em que houvesse maior desigualdade de renda.    Entre os casos dos territórios caracterizados com desigualdade, certamente que o Brasil ocuparia um lugar de destaque.

O subtítulo da manchete de capa faz referência aos principais desafios da mobilidade urbana.  E, mais, como o coronavírus impactou os deslocamentos da população e colocou à vista os problemas nacionais.

O caderno trata da preferência para andar a pé e o medo do contágio nos ônibus.  Aborda as denúncias de assédio, a blindagem do automóvel e a volta dos congestionamentos.  O jornal versa sobre os prejuízos das ferrovias e a evasão dos passageiros.

Há matérias sobre as medidas que estão sendo implementadas em cidades brasileiras e no Exterior visando dar  dinamicidade e sustentabilidade aos centros urbanos.  

Há temas específicos, como é o caso do motoboy.  Eu lembro de ter assistido um documentário sobre a importância do motoboy em Wuhan, na China, à época da eclosão da crise sanitária.   Há, também, sobre o sofrimento das crianças como consequência do afastamento das escolas e das ruas. 

O caderno especial termina com a advertência que é preciso uma preparação para o futuro.  Vem aí os carros voadores? E o que dizer do delivery aéreo?  Há muito, muito mais, na publicação da Folha.   Procure o trabalho do jornal que você vai gostar!

Boa tarde, leitor do blog!

JORNAIS o tema da minha taxação post 16, 18.10.2020, Mobilidade urbana

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