Docente aposentado (1997) da UFRGS, 76 anos, professor de Cenários Econômicos.

Porto Alegre, 21.11.2020, 12:10, 25 graus C, 57 % de umidade 

Post 01.01.17

01 Internacional, 01 Economia Global, 17 número de ordem do post

Hoje é um dia importante em âmbito global.  Há uma reunião em curso do G20, em Riad, na Arábia Saudita.   Eu digo que é muito importante porque o mundo convive com recessão internacional e pandemia global.   Parece-me ser o plenário mais adequado para a busca de uma solução para a crise mundial.

São dois dias consecutivos do evento.  A par da recessão e da pandemia, há necessidade de definir um procedimento aos gastos já realizados com a pandemia nesses dez meses, algo em torno de US$ 11 trilhões, além do endividamento das nações pobres em função do cenário econômico configurado para 2021.

… 

Eu tenho demonstrado algum otimismo para o futuro, quem sabe já para o próximo exercício.    Instituições multilaterais trabalham com a perspectiva de retomada global a partir de 2021.  Para tanto eu sou de opinião que é necessário reunir esforços, é preciso criar um grande fórum de onde emane uma pauta adequada que promova a recuperação global no menor tempo possível. 

É nesse sentido que eu visualizo a reunião do G20 em Riad.  Um primeiro movimento para gerar um evento que, à semelhança de Breton Woods, possa resgatar a economia mundial após a recessão da pandemia.  Nada a ver com os objetivos de Breton Woods, mas a criação de uma agenda com objetivos e metas globais visando a retomada da economia internacional e definindo fontes de recursos para tanto.

Isso posto, eu prossigo de casa acompanhando o evento de Riad pela televisão.   O presidente Bolsonaro que deveria falar entre 10:00 e 11:00, conforme anunciado nas emissoras de televisão, irá apresentar o seu pronunciamento nos próximos minutos.   Vou aguardar a sua mensagem e tão logo ela estiver concluída eu vou preparar um novo post.

Bom dia, leitor do blog!  

FOTO ABAIXO:  Aleixo Fraquelli e Stella Coitinho Fraquelli

O casal da foto, Aleixo Fraquelli, meu pai, e Stella Coitinho Fraquelli, minha mãe, são de origem na fronteira.  Ambos falecidos, ele, com 104 anos, ela, com 89 anos.   Meu pai era brasileiro, filho de italiano vindo de Como, Itália, e minha mãe era uruguaia.   

Eles seguiram percursos cruzados.   Meu pai ficou órfão com seis anos e foi criado no interior do Uruguai; minha mãe, com onze anos, migrou com a família para o Brasil.   Por tudo isso, fui criado no Brasil, mas grande parte dos meus estudos – inglês, matemática, física, piano, pintura – aconteceram em Rivera, do lado de lá da fronteira.

A REUNIÃO VIRTUAL DO G20 SOB A PRESIDÊNCIA DA ARÁBIA SAUDITA

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