Docente aposentado, 76 anos, da UFRGS (1997), disciplina Cenários Econômicos, e economista da FEE (2012) durante 40 anos 

Porto Alegre, 03.01.2021, 12:10, 28 graus C, 56 % de umidade 

Post 01.11.11

01 Internacional 11 China 11 número de ordem do post

Eu abro a edição de hoje do People’s Daily e percebo o estado do atrito entre os governo de Beijing e de Washington.  Problemas de um lado; limitações, de outro.   É fundamental que haja um principio de acordo entre as partes porque o mundo precisa encontrar uma saída adequada da recessão global.

A retirada do trio – China Telecom, China Mobile e China Unicom – da New York Stock Exchange (NYSE) deixou impactada as autoridades chinesas que argumentaram que uma decisão dessa natureza deve estar atrelada à lógica do mercado, jamais a razões de segurança nacional.   

A decisão unilateral, na visão das autoridades chinesas, afetará os interesses de investidores de todo o mundo trazendo a convicção que haverá redução de confiança no mercado de capitais norte-americanos.

Os chineses tornam-se fulos com os norte-americanos porque recorrem à segurança nacional para classificar empreendimentos como empresas militares chinesas comunistas. 

Fecho o jornal chinês e abro a edição de hoje do New York Times.  Nele eu encontro uma manchete que capta a percepção norte-americana sobre o comportamento recente de Xi Jinping.

O que diz a manchete do jornal?  With Concessions and Deals, China’s Leader Tries to Box Out Biden. Ou seja, “Com concessões e acordos, o líder da China tenta encaixotar Biden”.

De concreto, Xi aproveitou o interregno entre a saída de Trump e a chegada de Biden e firmou acordos com parceiros importantes na Ásia e, agora, no Velho Continente.

Dá forma como está a situação a ação unilateral americana contra as empresas chinesas na bolsa ficarão mais do que compensadas pelas parcerias entre Beijing, Bruxelas e as principais autoridades asiáticas.

Boa tarde, leitor do blog!

FOTO ABAIXO: IGREJA DA NOSSA SENHORA DAS DORES

A igreja de Nossa Senhora das Dores é a mais antiga igreja de Porto Alegre.    Ela está localizada na rua dos Andradas número 587, fica bem próxima da minha residência, mas eu nunca a tinha visitado.   

Eu sabia da sua história, mas por uma razão, ou outra, eu deixei de conhecê-la nesses tantos anos residindo na capital gaúcha.   

Quando da estada do meu filho mais velho em Porto Alegre eu fui até o local para conhecê-lo e aproveitei para bater algumas fotografias.

Havia alguns fieis acompanhando uma missa.  O interior do templo contém talha dourada e estátuas, ambas, em estilo barroco.  O prédio é hoje tombado em âmbito nacional.

A pedra fundamental foi lançada em 1807, mas as obras foram realizadas até 1904.  Há uma lenda que explica essa demora.  Ela é fruto de uma maldição decorrente de um escravo condenado a força por ter sido acusado de pegar um colar de Nossa Senhora.  

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