As negociações da Grécia com a União Europeia não avançam. As reuniões acontecem, as partes mostram boas intenções, mas ninguém flexibiliza e tudo termina como começou, sem acordo.

Se não houver avanços nas reformas dificilmente haverá possibilidade de Bruxelas apoiar Atenas e o processo tomar curso.

De concreto há 7 bilhões de euros que a Grécia deve pagar por conta do segundo resgate. As autoridades de Atenas argumentam quanto à necessidade de realizarem um plebiscito para que a população concorde com as exigências dos credores.

Por enquanto os gregos pagarão US$ 750 milhões ao FMI ao mesmo tempo que abrem mão de uma conta de emergência disponível.

Há dois dias o presidente do Eurogrupo concedeu uma entrevista coletiva sem ter o que apresentar como resultado concreto. Excluindo a boa vontade, não há saldo a relatar.

A essa altura, o governo de Angela Merkel está de acordo que Atenas faça o plebiscito, mas que haja uma definição rápida do que pretende em termos de participação da Grécia na Zona Euro.

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